Os quinteiros, talvez galifões!

Uma quinta. Talvez em tempos distantes, um feudo.
Um quinteiro - talvez galifão - e os seus vassalos.
O cerne do ser e do viver - a felicidade.
Nesta relação de causa efeito os galifões cantam uns com os outros - talvez uns contra os outros. No seu feudo, ou capoeira, elevam o seu brado na tentativa - que talvez tenha pouco a ver com a felicidade - de se afirmarem.
As relações mútuas e os seus princípios básicos: bom senso, espírito de entreajuda.
Num tempo em que a agricultura nacional parece estar a andar para trás observa-se enorme proliferação de quinteiros, vulgos galifões. Obviamente, se as terras estão ao abandono terão de existir alguns lugarejos ocupados pelos ditos e já abundantemente referenciados e vistos e ouvidos e revistos e bradados.
Quando passaremos nós a dar as mãos e a voar em conjunto, sem quadros abstractos onde se desenha a realidade que queremos que os outros almejem?