Um linho
Uma linha
Dois caminhos
Numa sina
Serão dois?
Não sei porquê
Numerar o andor
De quem passa e não vê
Insondável mina
De olhos eternos
Que enfeita a berlinda
De sonhos incertos
Não deu um nó.
Não foi com dó.
Existe por fim
O campestre cetim
Que não conhece culpa
Nem ser
Existe, aqui.
Escrito por: Samuel Chiquita
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